O IGMI-R fechou 2025 com a maior valorização da série histórica. A poupança rendeu menos da metade. A análise honesta para quem tem e para quem não tem imóvel.
Contexto
Em 2025, o imóvel residencial brasileiro valorizou 18,64% segundo o IGMI-R da ABECIP — a maior valorização anual da série histórica iniciada em 2016.
No mesmo período, a poupança rendeu aproximadamente 7,79% ao ano (6,17% + TR aproximada). O IPCA acumulou 4,26%.
A diferença entre o retorno do imóvel e o da poupança em 2025: 10,85 pontos percentuais. Sobre um imóvel de R$ 400.000, isso representa R$ 43.400 de diferença de retorno em apenas 12 meses.
Por que a comparação é justa
Críticos do imóvel como investimento apontam que o comparativo correto seria considerar o rendimento de aluguel como parte do retorno total do imóvel — e subtrair os custos de manutenção, IPTU e eventual vacância.
É correto. Mas há outro lado: para quem usa o imóvel como moradia — a maioria dos proprietários —, a "rentabilidade" do imóvel próprio inclui também a eliminação do aluguel. O proprietário não paga aluguel. Quem tem o equivalente em poupança continua pagando aluguel com o rendimento da poupança — e vendo o rendimento ser insuficiente para cobrir o reajuste anual do aluguel.
Com aluguel subindo próximo do IGP-M e da variação de mercado, e com a poupança rendendo abaixo da inflação imobiliária, o proprietário quitado tem vantagem dupla: não paga aluguel E tem o ativo se valorizando.
Gostou do conteúdo? Fale com um especialista NEUTRA
Fale agora com um especialista NEUTRA. Diagnóstico gratuito, sem produto empurrado, resposta em até 15 minutos.
Sem custo. Sem compromisso. Sem produto empurrado.
A comparação honesta para quem não tem o imóvel ainda
Para quem não tem imóvel e está comparando "comprar via consórcio" vs "poupar na renda fixa para comprar à vista", existe um problema: o imóvel vai subir enquanto você poupa.
Com IGMI-R de 18,64% ao ano e Tesouro Selic rendendo 14,15% (14,25% menos IR), o imóvel valoriza mais rápido do que você consegue acumular. A "poupança para comprar à vista" é uma estratégia que funciona somente se o imóvel parar de valorizar enquanto você poupa.
Nas últimas séries históricas disponíveis, isso não aconteceu.
O que o consórcio faz nessa equação
O consórcio trava o preço do imóvel na carta de crédito, que é reajustada pela inflação imobiliária (INCC/IPCA). O cotista acompanha a valorização do mercado pelo instrumento — sem precisar ter todo o capital antes.
É a forma de entrar na corrida imobiliária sem ter o dinheiro todo — e sem pagar os juros bancários por isso.
Linha do tempo comparativa
Financiamento × Consórcio
Duas rotas para o mesmo imóvel. Uma cobra juros por 35 anos. A outra encerra em 16 — sem banco.
Linha 1
Financiamento Imobiliário
Juros 10% a.a.
35 anos
Custo: até 2x o valor do imóvel.
Linha 2
Consórcio Imobiliário
Taxa média de 1,5% a.a.*
6 anos
Estimativa de 50% das cotas contempladas
12 anos
Estimativa de 100% das cotas contempladas
16 anos
Encerrado. Sem banco.
Carta contemplada com entrada média próxima de 47% baseada em portfólio real NEUTRA (223 cartas disponíveis para análise, sendo 189 de imóveis). Consórcio com taxa adm. média 1,5% a.a. e fundo reserva 2% — correção INCC mantém poder de compra. Financiamento referencial a 10% a.a. (Banco Central, mai. 2026). Simulação educativa. Valores reais variam. Não constitui oferta ou garantia.
Comparativo educativo NEUTRA. Valores e prazos referenciais de mercado em 2026; condições reais variam por administradora, banco, grupo e perfil do cliente.
Você acabou de entender o que o banco não te conta.
O próximo passo é o diagnóstico. Gratuito. Sem compromisso. Sem produto empurrado.
Iniciar meu diagnóstico gratuitoFaça seu Mapa Patrimonial gratuitamente
Em 3 a 5 minutos você recebe um mapa com as três alavancas mais urgentes do seu patrimônio — sem produto empurrado.
Iniciar Mapa Patrimonial